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20 de setembro de 2026

Tecnologia

Trump propõe mudar nome de ‘inteligência artificial’ e critica alertas sobre riscos da tecnologia

Presidente dos EUA sugere termos como 'Inteligência Superior' e 'Inteligência Suprema' em enquete nas redes sociais e compara preocupações sobre IA a questões climáticas

Por Redação Mancheck
Trump propõe mudar nome de 'inteligência artificial' e critica alertas sobre riscos da tecnologia
Trump propõe mudar nome de 'inteligência artificial' e critica alertas sobre riscos da tecnologia

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, abriu uma enquete em sua rede social, a Truth Social, propondo que o termo “inteligência artificial” seja substituído por outras nomenclaturas. Segundo o republicano, a expressão atual seria “imprecisa” e “pouco eloquente”.

Na consulta aos seguidores, Trump apresentou três alternativas: Inteligência Superior (IS), Inteligência Extrema (IE) e Inteligência Suprema (IS). O presidente não detalhou como a eventual mudança seria implementada nem se o setor tecnológico apoia a iniciativa.

Em publicação posterior, Trump anunciou a criação de uma “Força de IA” para supervisionar a regulamentação da tecnologia e informou que nomeará em breve um “czar” da inteligência artificial, sem revelar quem ocupará o cargo.

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Críticas aos alertas sobre riscos da IA

O presidente norte-americano tem minimizado os riscos associados ao desenvolvimento acelerado da inteligência artificial, comparando as advertências sobre a tecnologia às preocupações com mudanças climáticas. Trump classificou ambas as questões como uma “farsa”.

Segundo ele, as pessoas que alertam sobre possíveis perigos da IA e impactos negativos de data centers nas comunidades seriam as mesmas que previram a “extinção” do planeta por mudanças climáticas. O presidente afirmou que essas pessoas estariam promovendo uma “causa ruim e maligna”.

As declarações ocorrem em momento de intenso debate no setor tecnológico. Recentemente, dois pesquisadores vinculados à Anthropic alertaram que o desenvolvimento rápido da IA poderia, em futuro não muito distante, representar risco de extinção para a humanidade.

A discussão foi impulsionada por um texto de Dario Amodei, CEO da Anthropic, empresa responsável pelo assistente Claude, defendendo a desaceleração no aprimoramento das capacidades dos modelos de inteligência artificial.

Executivos de peso no setor têm posições divergentes. Sam Altman, da OpenAI (responsável pelo ChatGPT), Elon Musk, da xAI, e Demis Hassabis, do Google DeepMind, manifestaram apoio à cautela no desenvolvimento da tecnologia. Já Mark Zuckerberg, CEO da Meta, rejeitou a necessidade de regulamentação específica, argumentando que as regras de mercado e o sistema judicial seriam proteções suficientes.

A inteligência artificial existe há pelo menos oito décadas e consiste em um conjunto de soluções que, por meio de computadores e máquinas, realiza funções avançadas como análise de dados, previsões, recomendações, traduções e criação de conteúdo.

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