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Carro de 50 centímetros de largura e 13 mil sapos: os recordes da nova edição do Guinness.
O livro de 2027 chegou às lojas neste mês com feitos que vão de uma professora de ioga de 5 anos a um cavalo de quase dois metros.
O Guinness World Records lançou a edição 2027 do seu livro anual. Segundo o editor-chefe Craig Glenday, a equipe “peneirou dezenas de milhares de inscrições” para chegar à seleção final. Veja alguns dos recordes que entraram.
Gente que decidiu exagerar
Professora de ioga aos 5 anos. A americana Phoenix Giselle Hicks, de Houston, completou um curso de formação de 200 horas e virou a instrutora de ioga mais jovem do mundo. Ela tinha 5 anos e 337 dias.
Tatuagem sobre tatuagem. Ephemeral Remy tem 90% do corpo coberto — e em algumas áreas são mais de 40 camadas sobrepostas, com mais de 100 tatuagens no mesmo ponto. Ele começou a se tatuar em 2005.
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87 números debaixo d’água. O alemão Christian Schafer memorizou 87 casas decimais submerso em uma piscina.
77 giros com os pés. A neozelandesa Emma Phillips, artista circense, girou uma mesa com os pés 77 vezes em 30 segundos.
Objetos fora de escala
O carro mais estreito que ainda anda. O italiano Andrea Marazzi modificou um Fiat Panda até ele ficar com 50 centímetros de largura. E dirige o resultado.
Um secador de cabelo de 1,75 metro. A britânica Ruth Amos construiu o maior secador do mundo, com 1,75 m de comprimento e 1,60 m de altura. E ele funciona.
Coleções que saíram do controle
13.201 sapos. A americana Susan Burgos, da Califórnia, reuniu brinquedos, enfeites e roupas com o tema. O recorde anterior era de 10.502 peças.
4.550 My Little Ponys. A britânica Miranda Worby começou a coleção aos 3 anos de idade.
E um cavalo enorme
Hugo, de 1,99 metro. O shire horse inglês tem 4 anos e é o cavalo vivo mais alto do planeta. A medição foi feita por um veterinário, com o animal descalço.
Quem quiser entrar na próxima edição pode tentar: as candidaturas são abertas e gratuitas, feitas pelo site do Guinness. Todo ano chegam dezenas de milhares de inscrições, e o trabalho da equipe é justamente escolher, entre elas, as poucas que viram página de livro. Como resume o editor-chefe Craig Glenday, “todo mundo tem potencial para ser o melhor do mundo em alguma coisa”.
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