Caso Master
Fachin dá 5 dias para PGR se manifestar sobre pedidos nos casos Master e INSS
Presidente do STF determinou análise de requerimentos pendentes, incluindo pedidos de soltura e manifestação do ministro André Mendonça
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, determinou nesta sexta-feira (25) que a Procuradoria-Geral da República (PGR) analise pedidos pendentes relacionados às investigações dos casos Master e INSS. O prazo estipulado é de cinco dias.
A decisão não define o destino das investigações nem julga os requerimentos apresentados. Fachin determinou que a PGR avalie a pertinência, necessidade, adequação e eventual repercussão das providências solicitadas sobre as investigações em curso. Após a manifestação da Procuradoria, os processos retornarão ao presidente do STF para análise.
Pedidos que aguardam manifestação
Entre os requerimentos que a PGR deverá examinar estão pedidos de investigados no caso Master relacionados à prisão preventiva:
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- Henrique Vorcaro solicitou a suspensão do envio do caso à Presidência do STF para permitir a análise de seu pedido de soltura;
- Fabiano Zettel pediu revisão da prisão preventiva;
- Felipe Vorcaro requereu a retirada da suspensão do caso na Presidência para que o ministro André Mendonça possa analisar seu pedido de revogação da prisão;
- Daniel Lopes Monteiro pediu a revogação da prisão.
Além dos pedidos de investigados, também aguardam parecer uma manifestação apresentada pelo próprio ministro André Mendonça sobre o relatório utilizado pelo ministro Alexandre de Moraes em relação a ele, e um requerimento da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) solicitando garantia de sigilo das comunicações relacionadas à atuação de advogados eventualmente abrangidas pelo material arrecadado na investigação.
Investigações paralisadas
As investigações dos casos Master e INSS foram enviadas à Presidência do STF em 12 de setembro por determinação de Edson Fachin e permaneceram paralisadas desde então, aguardando uma nova decisão.
O STF iniciou a análise da questão envolvendo Alexandre de Moraes, mas o julgamento foi interrompido por um pedido de vista do ministro Flávio Dino. A retomada das investigações permanece entre as questões pendentes de decisão do presidente do Supremo.
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